Falta de percepção de risco incentiva ação dos sonegadores

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A desestruturação das atividades de fiscalização ostensiva no Estado não impede que sejam constatadas, a cada dia, a repetição da ação de sonegadores. Técnicos Tributários da Receita Estadual do Posto Fiscal de Estreito, em Marcelino Ramos, flagraram, no domingo, dia 29, mais uma vez mercadorias sendo transportadas sem nota fiscal.

 

Na conferência física da carga, os Técnicos Tributários verificaram o transporte de camas de casal e de solteiro, oriundas do interior de São Paulo e destinadas à região central do Rio Grande do Sul, acompanhadas apenas de pedidos.

A mercadoria foi avaliada em R$ 52.100,00, sendo recuperados aos cofres públicos R$ 9.300,00 de ICMS e R$ 11.100,00 de Multa.

 

Apesar da modernização dos sistemas virtuais para o controle das informações prestadas pelos contribuintes, os sonegadores continuam utilizando-se de velhos métodos para não pagar tributos, aperfeiçoando suas ações e aproveitando o desinteresse do Estado nas efetivas operações de circulação de mercadorias.

 

Ao não priorizar a fiscalização, o Estado conviverá, a cada dia, com maiores quantidades de ilicitudes nas operações de circulação de mercadoria, diminuindo assim os recursos em caixa e colaborando com a concorrência desleal e outros crimes vinculados.

 

Além dos sonegadores, a quem mais interessa a falta de fiscalização?

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