Afocefe realiza roteiro pela região Noroeste e discute modelo de fiscalização

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Para intensificar o diálogo com os colegas, ouvir as preocupações com as rotinas de trabalho e apresentar as ações defendidas junto ao Governo para auxiliar o Estado a enfrentar a suposta crise e ainda garantir os pleitos da categoria, o Afocefe Sindicato se reuniu nesta semana com os Técnicos Tributários da Região Noroeste.

Participaram do roteiro o presidente Carlos De Martini Duarte e os diretores Altair Rech Ramos e Laurindo Gelson Possani. A agenda iniciou na manhã de quarta-feira, 09, com visita aos Técnicos Tributários da Agência de Passo Fundo e, à tarde, aos do escritório de Frederico Westphalen. Na quinta-feira, 10, os diretores se reuniram com os Técnicos Tributários e com a supervisora do Posto Fiscal de Iraí, Chrystianne Pscheidt Prado.

‘’Os Técnicos Tributários estão enfrentando sérias dificuldades, com carga de trabalho excessiva, número reduzido de pessoal, além de ser a única categoria de servidores da Secretaria da Fazenda que está com salários parcelados. No entanto, não perdemos nossa motivação em realizar nosso trabalho cada vez com mais eficiência para que o Estado possa aumentar a receita e sanar a grave crise’’, disse De Martini aos colegas.

O presidente destacou a importância do Posto Fiscal de Iraí, especialmente neste contexto de reforço da fiscalização da carne para coibir a competição fraudulenta de empresas de fora, já que 90% da carne que vem do Centro Oeste passa por lá. Somente em 24 horas ingressaram pelo Posto de Iraí 534 toneladas de carne.

O roteiro contou ainda com reunião com o prefeito de Frederico Westphalen, José Alberto Panosso, onde foi discutida a necessidade de ações articuladas de fiscalização para coibir prejuízos à sociedade, já que a falta de fiscalização aumenta a concorrência desleal entre as empresas, diminui empregos e renda dos gaúchos, e coloca em risco à saúde da população pelo consumo de produtos sem procedência. Os diretores falaram da importância de um novo modelo de fiscalização para o Estado aumentar a receita, que concilie a fiscalização ostensiva com a virtual. O Afocefe defende que o Rio Grande do Sul vive uma Crise de Receita e que somente com o combate mais efetivo a sonegação será possível alcançar o equilíbrio fiscal.

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