Fecomércio lança cartilha de combate à informalidade com apoio do Afocefe

  • 1
  • 1
  • 1
  • 1
  • 1
  • 1

 

O Afocefe Sindicato, representado pelo vice-presidente Gilberto da Silva, participou do lançamento da cartilha educativa de combate ao comércio informal, que ocorreu durante café da manhã realizado nesta quinta-feira, 10, na sede da Fecomércio.

O ato contou com a presença da secretária de Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos, Maria Helena Sartori, dos deputados estaduais Edson Brum, Juliano Roso e Ronaldo Santini, da diretora executiva do Procon RS, Maria Elizabeth Pereira, vereadores e representantes de entidades sindicais.

A cartilha, que conta com apoio do Afocefe Sindicato, membro da Comissão permanente de combate à pirataria e informalidade da Fecomércio, com parceria do Procon-RS, será distribuída em todas as escolas estaduais e está direcionada a conscientização das crianças sobre os perigos e prejuízos que podem sofrer ao adquirir produtos de origem ilegal.

‘’O Afocefe não poderia deixar de apoiar esta iniciativa, pois entende que todas as formas de combate à informalidade devem ser implementadas pelo Estado, em especial, a fiscalização ostensiva, que protege o consumidor e o empresário que tem na concorrência desleal seu maior inimigo. Excluir qualquer forma de conscientização da sociedade é abrir espaço para a sonegação’’, afirmou Gilberto da Silva.

O presidente da Fecomércio, Luiz Carlos Bohn, enfatizou que somente com o contrabando são comercializados R$ 53 bilhões no Rio Grande do Sul, valores estes que servem para financiar, muitas vezes o crime organizado.

‘’Esclarecer as crianças sobre a necessidade de saber qual a procedência das mercadorias, se atende aos padrões de segurança e, principalmente, exigir nota fiscal a cada compra é a melhor forma de introduzir esta mentalidade na família a e, em consequência, em toda a sociedade’’, disse a diretora executiva do Procon RS.

O presidente da Comissão de Combate à Informalidade e ao Contrabando, André Roncatto, enfatizou os prejuízos à saúde, quando adquirimos produtos que não são fiscalizados na sua origem, independente do fim a que se propõe.

Tweet